10 de jan de 2008

"A Internet nos ajuda, mas ela sozinha não dá conta da complexidade do aprender"

A afirmação é do professor José Manuel Moran. Ele fala sobre o uso da Internet na educação, fundamentado seu pensamento na "interação humana", de forma colaborativa, entre alunos e professores.

José Manuel Moran é um dos maiores especialistas brasileiros no uso da Internet em sala de aula. Por isso, não se espere dele o deslumbramento do marinheiro de primeira viagem. Timoneiro experiente, ele conduz o barco devagar. Para o educador que acessa a rede pela primeira vez, ele adverte que nem sempre a maré está para peixe. "A Internet nos ajuda, mas ela sozinha não dá conta da complexidade do aprender hoje, da troca, do estudo em grupo, da leitura, do estudo em campo com experiências reais". A tecnologia é tão-somente um "grande apoio", uma âncora, indispensável à embarcação, mas não é ela que a faz flutuar ou evita o naufrágio. "A Internet traz saídas e levanta problemas, como por exemplo, saber de que maneira gerenciar essa grande quantidade de informação com qualidade", insiste.

A questão fundamental prevalece sendo "interação humana", de forma colaborativa, entre alunos e professores. Continua a caber ao professor dois papéis: "ajudar na aprendizagem de conteúdos e ser um elo para uma compreensão maior da vida". Se o horizonte é o mesmo, os ventos mudaram de direção. É preciso ajustar as velas e olhar mais uma vez a bússola. E José Manuel Moran foi traçar rotas em mares nunca dantes navegados. A novidade é que "hoje temos a possibilidade de os alunos participarem de ambientes virtuais de aprendizagem". O grande desafio é "motivá-los a continuar aprendendo quando não estão em sala de aula".

Os educadores que não quiserem se lançar ao mar, muito apegados à terra firme, poderão ficar a ver navios. Mas não há mais porto seguro: o oceano de informações que a Internet disponibiliza aos alunos obrigará os professores a se atualizar constantemente e a se preparar para lidar com as múltiplas interpretações da realidade. Espanhol que atracou no Brasil, Moran abandonou por alguns momentos sua tripulação do curso de Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes da USP e nos concedeu esta entrevista.

Para ver a entrevista na íntegra acesse: http://www.eca.usp.br/prof/moran/textos.htm

29 de nov de 2007

Líder em Inclusão Digital

Atrás de países vizinhos em áreas básicas como escolaridade, saneamento e mortalidade infantil, o Brasil ganha na modernidade tecnológica. O relatório do Índice de Desenvolvimento Humano, divulgado anteontem pelo Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (Pnud), mostra o País com um desempenho à frente de Chile, Argentina, México e Uruguai no acesso à internet.
No País, a cada mil habitantes, 195 tinham acesso à web em 2005. O número é 62,5% maior do que o registrado em 2004, quando 120 brasileiros a cada mil usavam a rede. O México, o país latino-americano mais próximo do Brasil em dimensões e população, tem 181 usuários a cada mil habitantes - no IDH, o México aparece 18 posições à frente do Brasil, em 52º no ranking. Na Argentina, são 177 por mil e no Chile, 172 por mil. O Uruguai é o que mais se aproxima do Brasil entre os latino-americanos considerados com alto desenvolvimento humano: chega a 193 usuários por mil habitantes.
“É inegável que tem havido um avanço na inclusão digital no Brasil, não há dúvida. Isso é essencial para um País em desenvolvimento em um mundo globalizado”, afirma Jorge Werthein, coordenador no Brasil da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla) e ex-representante no País da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura. “O problema no Brasil é que, mesmo com esse crescimento, há uma profunda desigualdade. Há desigualdade no País em todas as áreas, por que na inclusão digital seria diferente?”
Mesmo em locais de acesso público à internet, como escolas, são os menos pobres entre a população de baixa renda que costumam usar o equipamento. Um estudo feito pela própria Ritla mostra que são as escolas públicas mais bem localizadas, que têm estudantes não tão pobres, onde estão hoje os laboratórios de informática, especialmente aqueles com acesso à internet. Apenas 28% dos estudantes de escolas públicas com renda mais baixa têm acesso à web. Esse número sobe para 67,2% entre aqueles com renda mais alta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Para ver a reportagem na íntegra, acesse: Líder em Inclusão Digital

7 de nov de 2007

Você tem medo de mudar?

Estamos vivendo na era da mudança. Ter medo de mudar é o mesmo que ter medo de viver. Temos de estar flexíveis, pois tudo acontece num piscar de olhos.
Por que você e eu temos medo de mudar? Porque aquilo que já conhecemos é confortável. É mais fácil lidar com ambientes habituais, pessoas conhecidas, dialetos usuais, ditames tradicionais, tarefas costumeiras, comidas e costumes familiares. O habitual exige menos esforço. O novo requer flexibilidade e ousadia. Demanda investimento de tempo e reaprendizado. Para atingi-lo é necessário deixar a zona de conforto e questionar até mesmo aquilo que está dando certo, enfim, para desbravar é preciso ter coragem, vitalidade e energia em abundância.

Cada vez mais somos instigados a cultivar a ousadia, a fibra interior, pois o mundo é feito de mudanças. Para se chegar às transformações radicais da Revolução Francesa foram necessários milhões de anos. Daí até a revolução dos computadores, foram apenas dois séculos. E para a inteligência artificial, realidade virtual e engenharia genética bastaram duas décadas. Agora, o conhecimento humano dobra a cada dois anos.

Vivemos numa era de mudanças velozes e de viradas drásticas. Ter medo de mudar, hoje, significa ter medo de viver. Como tudo muda tão rápido, a transformação ocorre, com ou sem o nosso consentimento. Se o medo de mudar nos vencer, andaremos amedrontados, resistindo com unhas e dentes. Mas essa atitude não impedirá que as coisas mudem. Pelo contrário, seremos arrastados, mesmo contra a nossa vontade, por um universo em acelerado ritmo de mutação.

Em vez de amaldiçoarmos a mudança, podemos abençoá-la com idéias e ações inovadoras. Ao vencermos o medo de mudar, despertamos o nosso ímpeto interior. Ao optarmos pela coragem, vivemos criativamente e enriquecemos o processo. Enfim, nos transformamos em agente de mudança: lideranças positivas. Atuamos como verdadeiros faróis marítimos, iluminando as rotas das inexoráveis transformações humanas. Então, saia da inércia e se transforme num agente de mudança!
Ömar Souki

30 de out de 2007

O professor e o Software Educacional


Uma das maneiras de se trabalhar com a informática dentro de um projeto educacional é através dos softwares educacionais.

Mas, para isso, o professor deve estar capacitado para utilizar tal recurso, evitando que este se torne mero passatempo ou divertimento para os alunos.

Para saber um pouco mais sobre como trabalhar com softwares educacionais acesse o link: slideshare.

O uso de Blogs e Flogs na Educação

Hoje em dia, blog deixou de ser somente significado de diversão e lazer para se tornar uma nova e revolucionária ferramenta em favor da educação.
Se você quer saber um pouco mais sobre o uso de Blogs e Flogs na Educação, acesse o link: slideshare.